A partir da obra de J. Gresham Machen, especialmente Cristianismo e Liberalismo, somos lembrados de que o evangelho não é um conjunto de ideias flexíveis, mas uma mensagem revelada por Deus e recebida pela fé.
O cristianismo verdadeiro não nasce da imaginação religiosa humana, mas da obra redentora de Cristo na história.
Machen insiste que não há conciliação possível entre o evangelho apostólico e qualquer sistema que negue sua autoridade ou reduza sua centralidade.
Isso nos chama a examinar não apenas o que cremos, mas também o fundamento da nossa fé: estamos firmados na Palavra de Deus ou em adaptações culturais do cristianismo?
À luz disso, somos convidados a cultivar uma fé que não se apoia nas mudanças do tempo, mas na verdade imutável das Escrituras.
Uma fé que não se molda às conveniências culturais, mas que se submete com humildade ao senhorio de Cristo.
A Palavra de Deus permanece como nosso padrão seguro em meio às muitas vozes que disputam nossa atenção e lealdade.
Pastoralmente, isso nos chama à vigilância espiritual e à perseverança.
A Igreja de Cristo é fortalecida quando permanece simples e firme no evangelho, sem perder a profundidade da doutrina nem a doçura da piedade.
Não somos chamados a inovar a verdade, mas a guardá-la com fidelidade e transmiti-la com amor.
Que o Senhor nos conceda graça para vivermos uma fé confessional, bíblica e perseverante.
Que nossas convicções não sejam moldadas pela pressão do mundo, mas pela luz da Escritura, e que em tudo Cristo seja exaltado como suficiente Salvador e Senhor da sua Igreja.